Natália Vitória, prazer! (Ou não…)
Sou apenas uma estudante de jornalismo, cursando o seu 5º semestre (4º para a Unisinos, pois não há tempo nem dinheiro para fazer todas cadeiras). Este blog foi construído para a minha cadeira de Jornalismo on line I.
Ta e daí você deve estar se perguntando “e eu com isso?”. Tu com isso? É que o professor pediu para fazermos um exercício, e por incrível que pareça nele temos que falar um pouco sobre nós.
Um pouco sobre mim…
Amo o Brasil, amo o nosso povo, amo nossa cultura, amo principalmente as lindas praias deste país e o samba. É essa “brasilidade”, essa coisa difícil de explicar, que me encanta, me fascina e me surpreende!
Há quem diga que sou uma legítima Polyana. Sabe a Polyana, aquele clássico da literatura infanto-juvenil? Então, chamam as pessoas otimistas de “Polyanas”. Bom, se é verdade eu não sei. Quem disse isso é uma das pessoas que mais marcaram minha vida e que me conheceram profundamente. Minha diretora de teatro.
Sobre o vídeo…
Este vídeo que introduz meu perfil mostra o quanto a vida tem me ensinado. Não preciso explicar muita coisa, ele já diz tudo por si só. É uma homenagem a minha mãe!
Sobre o mundo…
Ainda não posso afirmar o que vim fazer neste mundo. Mas parada não estou! Além da faculdade sou mega envolvida com outras atividades, como o movimento estudantil por exemplo. Existem os sectários, os desacreditados, mas eu tenho esperança ( e muita). Porém não conto apenas com ela, me movimento, faço a minha parte. Aqui na Unisinos to tentando fazer a minha parte! Integro o Diretório de Comunicação Social Tupac Amaru, e este também tem sido um outro espaço de muitas descobertas e aprendizados.
Sobre mudar o mundo…
Mudar o mundo, utópico não? Utópico não é impossível. Eu acredito na juventude, acredito na minha geração! Acho que temos todo potencial para construir um mundo melhor. Mas não vou ficar filosofando sobre isto, deixo aqui uma linda música que diz TUDO!
E vamos à luta
Gonzaguinha
Eu acredito é na rapaziada
Que segue em frente e segura o rojão
Eu ponho fé é na fé da moçada
Que não foge da fera e enfrenta o leão
Eu vou à luta com essa juventude
Que não corre da raia a troco de nada
Eu vou no bloco dessa mocidade
Que não tá na saudade e constroi a manhã desejada
Aquele que sabe que é o couro da gente
Que segura a batida da vida o ano inteiro
Aquele que sabe i sufoco de um jogo tão duro
E apesar dos pesares ainda se orgulha de ser brasileiro
Aquele que sai da batalha
E entra num botequim
Pede uma serva gelada
E agita na mesa logo uma batucada
Aquele que manda um pagode
E sacode a poeira suada da luta
E faz a brincadeira
Pois o resto é besteira
(Nós estamos pelaí)

Deixe uma resposta